



A Dance Along the Way Back
de Maryam Shokoohi · Den Haag, NL
| Categoria | Painting |
| Ano | 2023 |
| Dimensões | 50 × 100 × 2 cm |
| Técnica | Oil color and soft pastel and acrylic |
| Detalhes | Assinada · Certificado de autenticidade · Emoldurada |
| Preço | €6,000 |
Neste trabalho, procurei retratar a incessante busca por significado — uma jornada interna e externa através das correntes da existência. O peixe vermelho, tecendo seu caminho de volta para o oceano, é meu símbolo do buscador: um ser frágil, mas resiliente, movendo-se através da turbulência do passado e do presente, através da dor e da esperança, em busca do mar sem limites do ser. A dança de cores e linhas na tela reflete a dança de nossas próprias almas — um ritmo implacável entre memórias e sonhos, entre o amargor das feridas e a doçura de viver. Neste caminho, nem as cicatrizes nem as alegrias podem ser deixadas de lado; pois ambas moldam quem somos. As pinceladas expressivas, ao mesmo tempo cruas e suaves, refletem a tensão interna de uma humanidade que deve abraçar suas contradições para encontrar significado. O pequeno, mas firme peixe vermelho nos lembra: retornar ao oceano não é uma fuga do passado, nem uma negação do presente — é a profunda aceitação de tudo o que somos. Esta pintura é um convite para dançar — com todas as nossas dores, memórias e esperanças — através da busca sinuosa em direção ao oceano do significado. Ela dança… Em meio às reviravoltas da dor e da esperança, nas memórias do passado e nas feridas de hoje… Um pequeno peixe, ainda brilhando com uma chama carmesim no coração deste azul sem limites, ousando retornar ao oceano. Como se o segredo do significado fosse apenas isso: nem fugir da dor, nem negar o passado — mas uma dança graciosa, bem no meio de tudo o que é e tudo o que ainda está por vir. Dentro das Ondas O azul sem fim me chama com uma canção que sobe das profundezas do ser. Meu corpo, cansado das feridas da jornada, mas em meu coração ainda brilha uma brasa escarlate— uma pequena faísca que sussurra através de mil ondas impiedosas: Vá… vá até a beira do mundo. Cada lágrima, cada reviravolta da dor, cada memória que pesa sobre minhas nadadeiras, torna-se uma nota nesta dança silenciosa — uma dança que encontra seu significado apenas no coração da tempestade. E eu, pequeno como sou, ainda danço… pois sei: o oceano está dentro de mim.
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